As modalidades do skate são bem variadas, aqui na Paraíba
podemos encontrar, Banks, downhill slide, downhill speed, Freestyle,
mini-rampa, slalom, street e vertical. (fonte, CBSK)
Banks
Uma variação dos bowls, mas não possuindo o vertical e com
altura geralmente até 2,50 m.
É uma das modalidades mais democráticas do Skate, pois é
praticada por adeptos de Street, Vertical, Mini-ramp, Longboard e Downhill,
como também por crianças, jovens e adultos.
No Brasil foi bastante popular no meio dos anos 80 e
recentemente, há três anos, voltou ao auge com a construção de dezenas destas
pistas.
Praticada em pistas com no mínimo 3,50 m de altura, podendo
ser de concreto ou madeira, em formato de half-pipes (meio tubo e com formato
parecendo um gigantesco U) ou bowls (bacia), havendo entre o coping (cano de
ferro) e a parede em curva (transição) uma parede com vertical (90º com o chão,
ou seja, reta) dando nome para a modalidade.
Originalmente começou a ser praticada em piscinas nos
Estados Unidos (que diferente das brasileiras, possui paredes com transição)
durante um período de secas no Estado da Califórnia ocorrido no início dos anos
70.
Com o sucesso da experiência, foram construídas as primeiras
Skateparks com imitações destas piscinas, que foram chamadas de bowls.
No final da década de 70, a maioria destas pistas foi
fechada, o que levou os skatistas a construírem em suas casas, os half-pipes,
transformando-os no mais conhecido tipo de rampa de Skate.
Esta modalidade conta com poucos adeptos pela necessidade do
praticante possuir vasta experiência e alto nível técnico, havendo no Brasil
cerca de 40 competidores profissionais e 100 competidores amadores.
Assim como o Downhill-speed, também é praticado em ladeiras,
mas a intenção é descer dando slides (derrapadas ou cavalos de pau) com o
skate, de diversas formas diferentes e estendendo as “deslizagens no asfalto”
(manobras) o máximo possível, sem perder muito da velocidade.
O Downhill Slide teve seu auge no Brasil durante a década de
80 e nos dias de hoje o melhor skatista do mundo na modalidade é o brasileiro
Sérgio "Yuppie" Marcelino.
Uma nova geração de “downhillzeiros” brasileiros está
retomando o crescimento da modalidade junto com experientes veteranos.
À exemplo do Freestyle, o Downhill-slide é uma das modalidades mais baratas de organizar campeonatos pelo fato de não necessitar da construção de rampas.
Modalidade praticada em ladeiras de diferentes comprimentos
em que o objetivo é descê-las o mais rápido possível. Daí o nome,
Downhill-speed, que traduzido ao pé-da-letra significa: descer uma colina
rapidamente.
É a modalidade mais antiga do Skate, pois segundo reza a
lenda deu origem ao esporte, quando os surfistas californianos colocaram eixos
e rodas de patins num pedaço de madeira para sentir as emoções do Surf descendo
ladeiras.
Também é conhecido como Downhill Stand-up (descer colinas de
pé) para diferenciar do Street luge, os modernos “carrinhos de rolimã”.
Atualmente é uma das modalidades que mais cresce no mundo,
sendo que existem muitos competidores profissionais brasileiros disputando o
Circuito Mundial da IGSA (International Gravity Sports Association).
O Speed requer atenção especial em segurança, tanto por
parte dos organizadores de competições quanto dos próprios praticantes, já que,
juntamente com a Megarampa, é uma das modalidades mais perigosas do Skate.
O Freestyle (estilo livre) é a segunda modalidade mais antiga do Skate com cerca de 40 anos.
Consiste em realizar manobras consecutivas, como uma
coreografia acompanhada por música e sem colocar o pé no chão, em lugares
planos como cerca de no mínimo 300 m2.
Até a metade década de 80 era uma das duas mais importantes
modalidades no mundo e depois de 10 anos de hibernação, foi retomado seu
desenvolvimento.
Atualmente no Brasil conta com cerca de 20 competidores
profissionais e 60 competidores amadores.
É uma das modalidades mais baratas de organizar campeonatos
pelo fato de não necessitar da construção de rampas.
Idealizada pelo skatista norte-americano Danny Way e
projetada pelo compatriota e especialista em construção civil, John Tyson, em
pouco tempo a Megarampa tornou-se a modalidade de maior visibilidade do Skate.
Mesmo sem nunca ter competido de skate, Tyson apresentou um croqui para Danny que disse que seria impossível montar aquele “monstro”.
O projetista não desistiu do intento e logo convenceu o skatista que, com a Megarampa, seria possível provar que o Skate não tem limites.
Danny e Tyson arregaçaram as mangas, venderam a idéia para alguns amigos ligados aos esportes de ação e criaram aquela que hoje é a modalidade mais radical do Skate.
As dimensões de uma Megarampa variam um pouco, mas em média a rampa de drop (descida) possui 27 metros de altura, onde o skatista pode atingir 80 km/h e em seguida, usando outra rampa, salta sobre um vão livre de 20m de comprimento, aterrissando em mais uma rampa de descida que o impulsiona para um quarter-pipe (metade de um "half-pipe") com aproximadamente 9 metros de altura, e que faz com que o skatista possa atingir uma altura de até 16 metros do solo.
É uma variação dos half-pipes, mas não possuindo vertical e
com altura geralmente até 2,50 m.
Assim como o Banks, é uma das modalidades mais democráticas
do Skate, pois é praticada por adeptos de Street, Vertical, Banks, Longboard e
Downhill, também por crianças, jovens e adultos.
Há quase duas décadas é o segundo tipo de rampa mais
construído no Brasil, perdendo apenas para as de Street.
Pela facilidade de construí-las e relativo baixo custo, se
comparados com outros tipos de pistas, existem muitas mini-ramps particulares
tanto em residências quanto em condomínios e clubes.
Modalidade que utiliza um skate bem mais estreito e menor
que os “tradicionais”.
Consiste em passar por vários cones alinhados fazendo
zigue-zague, tentando ser o mais rápido sem derrubá-los.
Surgiu entre o final da década de 70 e começo de 80 nos
Estados Unidos.
Modalidade com a maior quantidade de adeptos, com
aproximadamente 95% dos praticantes.
Consiste em praticar o Skate em obstáculos que são
encontrados nas ruas das cidades como: monumentos, praças, bancos, corrimãos,
muretas, escadas, rampas de entrada de garagens, palcos, buracos, barrancos,
guard-rails, paredes com inclinação entre 30º e 80º, entre outros.
Também é praticado em Skateparks (pistas de Skate) onde
existem rampas que simulam a arquitetura urbana de um modo adaptado ao Skate.
Existem no nosso país mais de 300 competidores profissionais
e mais de 10 mil competidores amadores.
Praticada em pistas com no mínimo 3,50 m de altura, podendo
ser de concreto ou madeira, em formato de half-pipes (meio tubo e com formato
parecendo um gigantesco U) ou bowls (bacia), havendo entre o coping (cano de
ferro) e a parede em curva (transição) uma parede com vertical (90º com o chão,
ou seja, reta) dando nome para a modalidade.
Originalmente começou a ser praticada em piscinas nos
Estados Unidos (que diferente das brasileiras, possui paredes com transição)
durante um período de secas no Estado da Califórnia ocorrido no início dos anos
70.
Com o sucesso da experiência, foram construídas as primeiras
Skateparks com imitações destas piscinas, que foram chamadas de bowls.
No final da década de 70, a maioria destas pistas foi
fechada, o que levou os skatistas a construírem em suas casas, os half-pipes,
transformando-os no mais conhecido tipo de rampa de Skate.
Esta modalidade conta com poucos adeptos pela necessidade do
praticante possuir vasta experiência e alto nível técnico, havendo no Brasil
cerca de 40 competidores profissionais e 100 competidores amadores.








